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Não há profissional sério que não sinta a necessidade de utilizar a norma culta; não há profissional respeitado que não tenha suficientes razões para
conhecê-la.
Luiz A. Sacconi

Gabarito:

Oficial de Justiça

Pretérito:

27/12/2009 a 02/01/2010 15/11/2009 a 21/11/2009 08/11/2009 a 14/11/2009 18/10/2009 a 24/10/2009 11/10/2009 a 17/10/2009

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Agradecimentos especiais ao autor da imagem que eu coloquei ali em cima, constante na publicação mensal Extra Classe nº 51, do portal do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul - SINPRO/RS.

 

 


Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa.
... .............................................................................. ...... Fernando Pessoa

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As resposta serão publicadas neste blog.

 


Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa.
... .............................................................................. ...... Fernando Pessoa

 


Subjuntivo
Licença poética* à parte, a letra da música Malandragem, cantada por Cássia Eller, tem em seus primeiros versos o verbo ser empregado de forma errada.

O primeiro verso traz:

Quem sabe ainda sou uma garotinha

A expressão quem sabe... indica dúvida, hipótese. O verbo que está na seqüência, indicando tempo presente, não pode ser conjugado no modo indicativo, mas, sim, no subjuntivo, que é o modo indicador de dúvida. Portanto o verbo saber deve ser flexionada no presente do subjuntivo.

Corrigindo:

Quem sabe eu ainda seja uma garotinha

Num outro verso de mesma construção, o erro se repetiu:

Quem sabe o príncipe virou um chato

O verbo que está na seqüência, indicando tempo pretérito, novamente não pode ser conjugado no modo indicativo, mas, sim, no subjuntivo. Desta vez, emprega-se o pretérito perfeito composto do subjuntivo.

Corrigindo:

Quem sabe o príncipe tenha virado um chato

* Licença poética é a permissão que os escritores têm para extrapolar o uso da norma culta da língua. No caso da música, ela é empregada em benefício da harmonia, da melodia da composição. O autor tem toda a liberdade para trabalhar com as palavras da forma que mais lhe convier, mesmo que isso implique desrespeitar a gramática.



Professora Denise Jean
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